terça-feira, 20 de maio de 2014

MÁRMORES DE RODIN; UM DELEITE PARA O OLHAR

A visão monumental das esculturas de Rodin é um deleite para o olhar e poucas vezes nos é dada a chance de fotografar aquilo que vemos em galerias. Desta vez pude captar as imagens, as quais desejo dividir com o visitante deste blog. Espero que sintam uma parcela que seja, da emoção que senti ao me colocar diante das obras, algumas com mais de 100 anos, talhadas na pedra fria, branca, dura, mas ao mesmo tempo plenas da emoção do artista, vivas e pulsantes. É como se Auguste Rodin (1840-1917) estivesse ali,delineando as curvas e expondo suas fragilidades, paixões, ensinamentos e angústias. Um pouco mais sobre a mostra pode ser lido no pan-horamarte
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O Beijo (1882)- visto sob diversos ângulos
Esboço de Jean Turcan

"No pensamento clássico, a tarefa do artista é de moldar a transparência no mármore cancelando a sua forma inicial.Por séculos a escultura ocidental seguiu os traços dos grandes mestres da antiguidade. Auguste Rodin renuncia esta prática e este é o ponto essencial da sua revolução". texto do catálogo (Alice Magniem -curadora)

                       Ilusão Irmã de Ícaro ou Ilusão Caída do Céu ou Alcione (1894-1896)                                         
Amor e Psique (1885 cerca de).

Galatea (1887 mais ou menos)


                                       O Homem do Nariz Quebrado (1864)
                                                       Diana (1875-1879)
Fugitivo Amor (1885)
                                              A tempestade (1898 cerca de)
Zephir e Psique (1900?)
 A Mão de Deus (1896)
 Adão e Eva (1905)
 O Segredo (1909)
 Arianna (1905)

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