terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Restituir a dignidade do ócio e aprender a viver com criatividade


Qual é o teu trabalho? ... Uma pergunta comum numa roda de bate-papo para início de conversa entre pessoas que são apresentadas uma a outra. Neste caso, jamais se escuta uma resposta como esta: “me dedico ao ócio”. Isso porque “ócio” é condição de vida inadmissível numa sociedade capitalista e porque erroneamente é sinônimo de preguiça, inércia, sem ocupação.

Os italianos, no entanto, desfazem o equívoco sobre a etimologia da palavra dedicando uma farta literatura sobre o tema. Um dos primeiros a escrever sobre ócio foi o filósofo Seneca, que viveu no império romano. O texto intitulado “L`Ozio e la serenità” justifica o seu exílio e retirada da vida pública. Entre os antigos romanos o ócio era o repouso da atividade prática comum e como tal incluía também a vida contemplativa.
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